Discoteca nada Básica por Rafael Marquee

Segunda-feira, Maio 01, 2006:

NOVO ENDEREÇO/ NEW URL

Pessoal, essa mensagem é para avisar o novo endereço desse blog!
Lá vai:
www.discotecanadabasica.zip.net.

Te vejo lá! :)
Rafael Marquee // Segunda-feira, Maio 01, 2006

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Quinta-feira, Março 30, 2006:

Não foi dessa vez que fui derrotado pela minha preguiça! :)

É com grande satisfação que venho com uma nova Dica Discoteca nada Básica, a primeira de um disco do ano de 2006!

AGF + Zavoloka - Nature Never Produces The Same Beat Twice ( Nexsound,2006)

Discaço!
50 Faixas, cada uma com tempo aproximado de 1 minuto.
Não vou entrar no mérito conceitual do disco ( até mesmo porque isso, na minha humilde opinião pouco importa).
Até mesmo porque o que me deixou mais satisfeito e fascinado pelo disco já na minha primeira audição foi o fato dele ter um "quê" de música eletrônica ( electroacustica) dos anos 70, mas com uma vibração única que só os anos 00 podem proporcionar.
Diffícil de entender não é? Sei bem disso. Mas dificil mesmo é explicar!
Só ouvindo mesmo. E olha que cada segundo vale muito a pena!
Bem que meu amigo MIc já tinha me alertado a isso!

***

Destaco também, mais dois ótimos discos lançados nesses primeiros meses de 2006. São eles o último disco do COH chamado Above Air e o disco do trio John Duncan, Mika Vainio e Ilpo Vaisanen entitulado Nine Suggestions. Muito, muito bons!

***

Eu e minha intrépida Bel depois demuito tempo fomos a Casa da Matriz nesse último sábado conferir a festa Paradiso. O que mais me chamou a atenção, além dos ótimos drinks do bar ( não é Bel :D) foi o grande número de indies ( óóóó que novidade! ) e patricinhas ( !?!?!?!) no recinto o que me deu uma sensação de que os verdadeiros estranhos no lugar éramos nós dois!
E que venha a próxima!

Rafael Marquee // Quinta-feira, Março 30, 2006

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Quarta-feira, Março 01, 2006:

PLANTÃO!

Tan-tan-tan Tan-tan Tan-tan-tan-tan!!!

Essa notícia é digna do Livro dos Records:Fiat 147 com 12 pessoas capota em rodovia em SP!!!!
CARALHO!

Duvida? A Notícia está
aqui.
Inacreditável!


Rafael Marquee // Quarta-feira, Março 01, 2006

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Sábado, Fevereiro 25, 2006:

Amiguinhos, eu não morri!

Comunico a todos que pediram pra eu voltar a escrever que é com muita má vontade que eu volto a escrever aqui no blog.
Assim como o Brasil, eu acho que só vou voltar a funcionar depois do carnaval ...
Não tenho ouvido nem tenho corrido atrás de nada em especial nesse inicio do ano.
Um ano que promete muito, alias.
Sendo assim, aí vão três dicas bacanas mas mais manjadas que as piadas do Zorra Total.
Ei-las:

Doxa Sinistra - Newsflashes ( Trumpett, 1999)



Pixel - Display ( Raster-Norton, 2004)



Radboud Mens - Pulse ( Staalplaat, 2004)



***

Já tá bom, não é?
Feliz ano novo pra todo mundo!

Rafael Marquee // Sábado, Fevereiro 25, 2006

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Sábado, Dezembro 17, 2005:

Olá.
Meu tempo está curto e minha grana mais curta ainda!
Mas mesmo assim e sabendo de antemão que apenas meia dúzia de gatos pingados lêem esse humilde blog, preparei três dicas para esse final de semanas.

Dica Discoteca nada Básica para esse final de Semana:

Morton Subotnik - SIlver apples of the Moon ( Nonesuch, 1967)



Ping!Pong!Bloing!

***

Niobe - Radioersatz (Tomlab, 2001)



É difícil definir o Niobe. Mas posso assegurar que é bom pra cacete.

***

Vernon LeNoir - SATOR AREPO TENET OPERA ROTAS ( Egotwister, 2005)


Novidade da Egotwister em MP3!
Entre
aqui e baixe o disco inteiro sem culpa.
O som é bacana. Não é que seja exatamente igual, mas em muitos momentos eu me lembrei do Negativland ou do People Like Us ouvindo esse disco.
Rafael Marquee // Sábado, Dezembro 17, 2005

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Segunda-feira, Dezembro 12, 2005:

Essa mensagem é só pra avisar que continuo na área.
Prometo atualizações em breve.
E por enquanto é só.

Rafael Marquee // Segunda-feira, Dezembro 12, 2005

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Quinta-feira, Novembro 24, 2005:

Mais um bom nome que não vai tocar no Rio...Enquanto isso , a gente é infestado com um monte de festivais idiotas bancado pela telefonia celular...
Sorte do pessoal de São Paulo que se livro do talk do TV on the Radio ( que é uma merda) e vai poder assistir o bom duo alemão TARWATER.
Sorte deles.

Tarwater quer encorajar a imaginação do ouvinte com seu "pop quebrado"
FERNANDO KAIDA
UOL Música

Com o cancelamento dos shows do grupo americano TV On The Radio, o Tarwater passa a ser a única atração musical do festival multimídia Resfest, que acontece a partir da próxima sexta-feira, dia 25, em São Paulo. A dupla alemã fará uma apresentação única e gratuita no Itaú Cultural, no dia 27.

Formado em meados da década de 90 em Berlim pelos músicos Bernd Jestram e Ronald Lippok, o duo lançou seu primeiro disco, "11/6 12/10", em 1996. Desde então, o Tarwater já colocou mais quatro álbuns de estúdio no mercado --o mais recente deles "The Needle Was Travelling", de 2005--, além de EPs e discos com remixes.

O som da dupla traz uma mistura de instrumentos eletrônicos e acústicos em faixas minimalistas e experimentais que aliam elementos do pós-rock, hip hop, rock alemão dos anos 70 e pós-punk. O vocalista Lippock prefere sintetizar a variedade de influências e define sua música como "pop quebrado", termo que, segundo ele, une o amor pela canção que a dupla sempre teve e o amor pelo experimentalismo e "sons estranhos".

"Há muita abertura para o experimentalismo em nossa música, algo que compartilhamos com as bandas do krautrock (termo usado para definir as bandas de rock progressivo alemão do início dos anos 70)", afirmou o músico durante entrevista a UOL Música, por telefone.

O lado experimental da dupla, entretanto, está mais ligado à intuição do que a idéias pré-concebidas para alterar e descontruir as estruturas da música. "Somos dois caras no estúdio improsivando e tocando os instrumentos para ver o que acontece".

Para a apresentação que acontece na próxima semana, o músico promete músicas do disco novo, faixas de trabalhos mais antigos e, possivelmente, alguma coisa ainda inédita. Mesmo para quem já conhece e acompanha o som do grupo pelos discos, o show deve surpreender, já que "há muita improvisação no palco", o que deixa as versões ao vivo "bem diferentes", promete o músico alemão.

Leia a seguir os melhores momentos da entrevista com Ronal Lippock, do Tarwater.

UOL Música - Vocês já foram descritos como uma banda pós-rock, eletrônica, de pop orgânico e até mesmo como uma espécie de novo krautrock. Como você definiria a música do Tarwater?
Ronal Lippok - É sempre difícil classificar sua própria música, mas acho que há muita abertura em nosso som para o experimentalismo, algo que dividimos com as bandas da época do krautrock. Nós utilizamos instrumentos eletrônicos porque somos apenas nós dois na banda, então claramente fazemos música eletrônica experimental. Quanto ao termo pós-rock, acho um pouco equivocado. Ele remete a algo além do rock e isso não se encaixa na música do Tarwater. Temos raízes no rock, já que começamos a tocar juntos em uma banda punk anos atrás.

UOL Música - Seu disco mais recente, "The Needle Was Travelling", é o mais pop de sua discografia. Isso foi algo intencional desde o início das gravações?
RL - Não. Quando começamos a gravar um disco tentamos não nos limitar a idéias pré-concebidas para poder manter a espontaneidade da música. É um processo muito mais intuitivo que rege a música do Tarwater. Somos dois caras no estúdio improsivando e tocando os instrumentos para ver o que acontece. A direção que tomamos a cada álbum é inconsciente.

UOL Música - Que elementos ajudaram a deixar sua música mais acessível dessa vez?
RL - Antes de lançar "The Needle Was Travelling", fizemos uma turnê por cidades da Sibéria. Nós já tínhamos boa parte do material e mostrar isso para o público siberiano foi uma experiência muito boa que nos ajudou a deixar as músicas mais curtas, no formato clássico de música pop, com 3 minutos de duração, mais diretas e emocionais. Foi assim que deixamos o disco mais pop.

UOL Música - Como você vê "The Needle Was Traveling" em comparação com seus discos anteriores? Você acha que ele é uma boa porta de entrada para se conhecer o Tarwater?
RL - Eu acho que sim, porque ele tem todos os elementos que trabalhamos desde o início de nossa carreira. Um amigo nosso da França diz que fazemos "broken pop" (pop quebrado) e eu gosto do termo, pois ele une o amor pela canção que sempre tivemos e o amor pelo experimentalismo e sons estranhos. Isso também está presente no novo disco.

UOL Música - O que vocês vão tocar no show de São Paulo?
RL - Vamos mostrar versões ao vivo de músicas do novo disco --que são bem diferentes do CD--, algumas faixas de álbuns antigos, como "Animals, Suns & Atoms" (2000) e "Silur" (1998), além de algumas coisas nas quais estamos trabalhando agora.

UOL Música - De que forma as versões ao vivo são diferentes?
RL - Para o público, ver uma banda não é como assistir a TV. Se você dá algo para a banda, você recebe algo em troca. Esse tipo de diálogo muda a música e a faz diferente toda noite, mesmo que você trabalhe com trechos pré-gravados, como acontece em um projeto eletrônico. Há muita improvisação, às vezes aparecem idéias que você nunca teve antes. É por isso que eu acho que vale a pena assistir a um projeto eletrônico como o Tarwater ao vivo, porque é diferente do que se tem no álbum.

UOL Música - Quando vocês estão compondo, como sabem se uma faixa terá vocais ou se será instrumental?
RL - Quando começamos, não temos a menor idéia de como uma canção será, mas, é estranho, em determinado momento é como se a faixa tivesse sua própria demanda e então decidimos se ela deve ou não ter vocais. Nunca sabemos de antemão, tanto que as letras nunca ficam prontas até que a música esteja finalizada. Nós não trabalhamos como cantores e compositores. Não compomos as músicas em um instrumento para depois fazer arranjos no estúdio. É durante a gravação que a música do Tarwater é feita, então o estúdio é um instrumento importante.

UOL Música - A forma como você canta, quase falada, me lembra Lou Reed. Ele e o Velvet Underground são influências para vocês?
RL - Nós dois somos grandes fãs do Velvet Underground, mas eu sempre quis soar como Frank Sinatra, só que acabo cantando como Lou Reed ou o vocalista dos Stranglers (Hugh Cornwell). Acho que são as limitações da minha voz que causam isso, desculpem!(risos) O que eu gosto em cantores como Lou Reed é que ele deixa espaço aberto para o ouvinte. Ele não é só uma pessoa mostrando que é cheio de sentimentos profundos. Ele incentiva a imaginação do ouvinte. É isso que a música do Tarwater faz, encoraja a imaginação e deixa espaços abertos para que seus sentimentos apareçam quando você ouve a música.

UOL Música - Quais são as outras influências na música do Tarwater?
RL - Eu conheci Bernd em 1981, em uma banda punk de Berlin. Naquela época havia muitas bandas interessantes como Throbbing Gristle, Cabaret Voltaire, Joy Division, Human League e Coil, que foram muito influentes quando começamos --e ainda são-- pois não eram bandas de rock normais. Até mesmo a forma como eles distribuíam e gravavam música era diferente do que havia sido feito até então no formato rock'n'roll. O hip hop também é uma influência importante porque os artistas dos anos 80 usaram os samplers de uma maneira muito interessante, com colagens sonoras de uma forma harmônica. Sempre gostamos de dub e trabalhamos de vez em quando com artistas africanos que vivem e fazem música africana em Berlim. Temos ainda muitos amigos músicos e DJs que são muito influentes. É muito fácil ir a bares em Berlin e ouvir boa música inspiradora.

UOL Música - E as bandas alemãs antigas como Kraftwerk e Can?
RL - É engraçado, nós estávamos na França em turnê recentemente e ouvimos muito Can. Eu conhecia os hits, como "Spoon", mas não era muito familiarizado com o grupo. Atualmente tenho ouvido muito e acho que é uma banda fantástica. No Tarwater nós sempre trabalhamos com estas estruturas repetitivas e acho que o Can era muito bom em manter essa tensão ao trabalhar com elementos mínimos na música. O Can sempre pode ser inspirador, não apenas pelo estilo, mas também pela coragem de se arriscar musicalmente para fazer algo novo e radical. E o que eu gosto no Kraftwerk é que eles tiraram a música eletrônica do gueto acadêmico. Acho que eles foram o primeiro grupo que tentou escrever música pop eletrônica ou música folk eletrônica. Antes deles, a música eletrônica era mais acadêmica ou esotérica e eles disseram: "podemos fazer uma música como os Beach Boys com instrumentos eletrônicos".

Rafael Marquee // Quinta-feira, Novembro 24, 2005

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Sábado, Novembro 12, 2005:

Dica Discoteca nada Básica para este final de semana:

Olá.
Como passei toda semana ouvindo MUITA velharia, decidi que as dicas de hoje seguiriam nessa praia.

Cecil Leuter - Pop Electronique ( Pulp Flavor, 2000)



Ken Nordine - Colours ( Phillips, 1966)



Tá certo?

Rafael Marquee // Sábado, Novembro 12, 2005

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Quinta-feira, Novembro 03, 2005:

Dicas Discoteca Nada Basica:

Pra compensar o abandono, duas diquinhas baasicas e poderosas ( noffa!):

Tipsy - Remix Party ( Asphodel, 2002)



CMYK - cmyk ( Rather Interesting, 2005)



***

Sr. KKFS pede para que eu avise que tem novidades no Menthe de Chat!
Tres novos disquinhos supimpas entraram semana passada.
Cada um mais bacana que o outro!
Realmente do balacobaco, gente fina!

Rafael Marquee // Quinta-feira, Novembro 03, 2005

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Terça-feira, Outubro 18, 2005:

Essa é digna de nota

Essa "crítica" ( se é que se pode chamar isso de crítica) saiu ontem na Folha de são Paulo:

Os Bons Tempos da... New Wave
Artista: vários
Site: não há
O DVD mistura sem organização lógica -ou vergonha- vídeos de artistas desconhecidos no Brasil (e, certamente, no mundo todo) com nomes pop dos anos 80 desse estilo musical colorido e bastante irregular. É deslocado também o timing do lançamento, quando o revival dos 80 já demonstra cansaço. (LEANDRO FORTINO)


Quando li , fiquei curioso pra saber do que se tratava...Fiquei embasbacado ao achar a lista de clips desse DVD:

1. Wonderful - Adam Ant
2. Work - Bow Wow
3. Is It Dream - Classix Nouveaux
4. Love Action (I Believe in Love) - Human League
5. The Politics of Dancing - Re-Flex
6. Its my Life - Talk Talk
7. Temptation - Heaven 17
8. Karma Chameleon - Culture Club
9. Walking on Sunshine - Katrina & the Waves
10. Modern Love - David Bowie
11. Dancing With Tears in my Eyes - Ultravox
12. Somethings Gotten Hold of my Heart - Marc Almond
13. No Regrets - Midge Ure
14. Ghosts - Japan


Esse tal de Leandro Fortino só pode estar de sacanagem!
Nem vou tocar no assunto "musical" da coisa ( até porque não é preciso nesse caso), mas falar que nesse DVD existem artistas desconhecidos no Brasil ( duvido um pouco , mas vá lá..) e CERTAMENTE NO MUNDO TODO(!?!?!?!) mostra que esse cara é simplesmente um imbecil!
Todas as músicas desse DVD mostram o que existiu de mais pop/baba/divulgado/conhecido do inicio dos anos 80 e o cara ainda me diz que eles eram desconhecidos???
Tudo bem, ele não sabia disso e claro que ninguém é obrigado a saber disso também
Mas aí que tá o problema: ele é pago pra escrever sobre MÚSICA em um JORNAL, e um jornal importante como a folha!
Ou seja, ele é um cara que na melhor das hipóteses, não está preparado pra escrever sobre música nem em um panfleto de grêmio de colégio, quanto mais em um jornal de grande circulação!
Ridículo.

Rafael Marquee // Terça-feira, Outubro 18, 2005

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Segunda-feira, Outubro 03, 2005:

Dica Discoteca nada Básica

Mort Garson - Electronic hair Pieces (A&M 1969)



"Até que Enfim música de gente, meu filho!"
Foi isso que a minha mãe falou quando entrou no meu quarto enquanto eu escutava esse disco.
E num primeiro momento até parece mesmo uma " música de gente como outra qualquer" ( não é não, mãe?).
É mãe, SÓ parece.

Floh de Cologne - Fliessbandbaby Beat-Show (Ohr, 1970)



Segunda vez em menos de 6 meses que recomendo um disco do Floh De Cologne.
Cara, que disco legal!
Escutando esses discos ( e isso inclui o do Mort Garson) é que a gente percebe o quão bobas e sem graças eram a maioria bandas de rock ( ou não) que faziam sucesso nessa época.

S.Y.P.H.: Rare and Lost Into the Future (Vinyl on Demand, 2004)



Aquele velho esquema de coletânea de sobras de estúdio e coisas que nunca foram lançadas e tal que na maioria das vezes aparece como "disco-pra-cumprir-contrato-com-gravadora-quando-acabou-a-inspiração-da-banda."
Ainda bem que isso acontece só as vezes porque em se tratando do SYPH ( uma das preferidas da casa, certamente) essa fórmula velha é só um detalhe que passa totalmente despercebido.
O que nunca passará despercebido é o som da banda que é bom pra cacete!
Mais uma pérola da Vinyl-on-Demand.
Muito bom!

***
Nesta última sexta-feira eu e a Bel completamos 3 anos de namoro!
Legal né?
E não é só isso, gente boa!
FICAMOS NOIVOS! :)
Pois é pois é pois é.
Parabéns pra gente!
Só não pergunte a gente quando vai ser o casório...
Mas pode ficar tranquilo que quando chegar a hora a gente avisa! :P

***

SUPERB

Esse é o nome da banda do meu amigo Elder Peterfields que está com cdzinho novo na praça.
Confira o som do superb aqui e peça seu cd ou sua camiseta aqui!
Não, ele não é indie!
Isso é só impressão sua! :P
Rafael Marquee // Segunda-feira, Outubro 03, 2005

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Sexta-feira, Setembro 16, 2005:

Dica Discoteca nada Básica deste final de semana :

VVV - Ressurection RIver ( Mego, 2005)



Como se fosse uma fórmula: VVV = Mika Vainio, Ilpo Väisänen e Alan Vega = Pan Sonic + Suicide/2.
Ou seja: na verdade é o segundo disco do Pan Sonic com vocais do Alan Vega.
Se bem que, assim como o primeiro disco ( "Endless"), a impressão que dá é que vc está ouvindo a mais um disco do Suicide e não a mais um disco do Pan Sonic.
Um "disco do Suicide" que é até mais fiel ao Suicide dos primeiros discos(apesar de gostar tb dos últimos discos).
Grande disco pra quem não tem medo de música boa.

Rafael Marquee // Sexta-feira, Setembro 16, 2005

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Sábado, Setembro 03, 2005:

Dica Discoteca nada Básica deste final de Semana :

Mais uma vez, a dica vem em dose dupla:

Zoviet France - Hessian ( Red Rhino, 1982)



A quantidade de discos geniais que foram lançados na primeira metade da décaca de 80 é sensacional.
Esse do Zoviet France ( que nessa altura , fazia um som bem mais próximo do industrial do que do ambiente) é mais um exemplo.

***

[multer] - prototyp 2 (Genesungswerk, 1998)



Ótimo disco de ambient music .
Adivinha de onde?
Alemanha, claro.

***

Sem mais por hoje.

Rafael Marquee // Sábado, Setembro 03, 2005

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Quinta-feira, Agosto 25, 2005:

Guia de Música Eletrônica:

Cliquem aqui e dêem olhada nessa mapa/guia da música eletônica.
O site em si é bem feito com alguns samplers represnetando cada "estilo" pra vc sacar a diferença entre um e outro.
Apesar de algumas ( vai lá, várias) falhas, o mapa é bastante útil pra ao menos conhecer estilos da música eletrônica que todos nós só conhecemos de nome.
É sub-estilo a dar com pau!
Eu percorri esse mapa ( que parece aqueles organogramas de empresa) por bastante tempo e umas das coisas que mais me chamou atenção foi a seguinte: dá pra compreender muito bem o porque tanta gente odiar música eletrônica : 90% ( ou mais ) dos estilos é chato pra cacete! E olha que sou um cara que gosta de música eletrônica há algum tempo.
Imagina quem "chega agora" e tromba com um sub-estio monstro desses!
Chega a ser impressionante o tanto de sub-estilo chato e sem sentido e a quantidade absurda de música burra!
Mas emfim, todo estilo musica tem lá suas aberrações, não é?
Rafael Marquee // Quinta-feira, Agosto 25, 2005

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Segunda-feira, Agosto 22, 2005:

Plantão Discoteca nada Básica:

E a notícia desta vez é triste...

Robert Moog, inventor do sintetizador, morre aos 71 nos EUA

da Folha Online

Robert Moog, 71, conhecido como o "pai" do sintetizador, morreu em sua casa em Asheville, na Carolina do Norte, no domingo. Moog estava com câncer no cérebro e chegou a fazer radioterapia e quimioterapia, mas não resistiu.

Nascido em 23 de maio de 1934 em Nova York, Moog começou a desenvolver o sintetizador a partir de peças de equipamentos eletrônicos quando adolescente. Após escrever um artigo sobre o instrumento em 1954, abriu uma empresa de montagem e venda de theremins (primeiro instrumento "eletrônico", criado pelo russo Lev Theremin em 1919, cujos tons são controlados por movimentos aéreos das mãos).

Em 1963, ele concluiu o primeiro instrumento eletrônico a ser utilizado em larga escala na música --o sintetizador. Atualmente, modelos digitais já substituíram quase completamente o modelo analógico criado por ele.

Rafael Marquee // Segunda-feira, Agosto 22, 2005

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Sábado, Agosto 20, 2005:

Dica Discoteca nada Básica para esse final de semana:

Autechre - Tri Repetae++ ( Warp, 1996)



A dica dessa semana não está aí a toa já que, afinal de contas, não é todo dia que a gente pode confirmar uma notícia legal dessas : o Autechre está prestes a fazer um show aqui no Brasil! :)
Na verdade, não sei se está já está 100% confirmado. Mas uma apresentação dessaótima dupla está prevista para o dia 21/10 durante o Tim Festival ( que deve ser mesmo no MAM) juntamente com Vincent Gallo ( também do cast do selo londrino WARP) e com os Strokes ( tsc...).
Legal né?

***
Essa semana esbarrei nesta com
essa página aqui que, segundo o Discogs, se trata da página oficial do Bruce Gilbert( guitarrista do Wire).
Duvido muito já que a página é tosca.
Mas o que é interessante, é que ele assume (nas entrelinhas obviamente) que é um anti-dj!
Pra tirar a dúvida, é só dar uma olhada nos "hits" que ele tocava nas suas discotecagens.
Só casca grossa!
Nem o Fernando tem coragem de tocar isso direto em uma festa.
Hum..
Pensando bem, ele tem sim.

***

Por falar no Bruce Gilbert, que tem uma carreira solo tão foda (ou até mais) que os discos do WIRE, ouvi nesses dias um disco bem legal chamado Muzik for Insomniaks (1988) do sr. Mark Mothersbaugh(DEVO) - que também faz trilha sonoras de desenhos animados à jogos de video game(!!!).
Assim com os discos solos do Bruce Gilbert, do Andy Patridge ( XTC) ou do Matt Johnson ( The The), esse em nada lembra algum disco da banda original , no caso o DEVO que eu adoro, aliás.
Música eletrônica para ouvir em fones de ouvido. Bem legal!

***

Texto muito legal também é a sequência da série sobre Eletrônica e Pop Music , escrita pelo Fernando no Delicato Senses.
Estás escrevendo bem, hein bicho?
Nessa nova edição, o sr. FST diz umas "verdades" sobre o que foi, para ele, a grande revolução musical dos anos 70.
Alguém disse 1977?
Nã-nã-ni-nã-não!
Vale a pena ler!

***

Um pessoal caiu meio que de pára-quedas aqui no DNB essa semana achando ( na verdade chutando) que alguns discos que posto aqui ,como dica, são na verdade discos das " mais novas bandas indie intelectualóides".
Cara, que viagem violenta!
Porra! Será mesmo que eles não perceberam ainda que do que se trata? Não conseguem nem perceber que a maioria não é sequer "rock"?


***

Obviamente que a última mensagem ( e a mais importante!) é pra ela:a mulher mais linda e inteligente desse mundo!

Feliz Aniversário, Belzinha!!! :)))



Tudo de bom pra vc, viu? Te loviú! :)

ps: Novidades quentíssimas sobre nós em breve :P
Rafael Marquee // Sábado, Agosto 20, 2005

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Sábado, Agosto 13, 2005:

Tem muita gente por aí que não morre tão cedo...

Livro publicado na Itália diz que fofoca faz bem para a saúde
BBC Brasil

...

Merece Elogio

A coluna do Álvaro Pereira Jr da folha de São Paulo já foi ( e do jeito que ele não saca absolutamente nada, continuará sendo) alvo de muitas críticas minhas.
Mas nessa semana, a coluna merece elogio pra parte onde ele mostra o link para um texto escrito pelo ( ridículo) Otto que mostra bem, como o Álvaro disse, como funciona a relação entre músico e crítica aqui no Brasil.

Leia o texto aqui.

Não li essa crítica a qual ele se refere.
Mas sinceramente, não precisa...
Isso mostra que o tão falado jabá que acontece nas rádios daqui não é nada perto do que acontece nessa relação nefasta entre crítica/gravadora/artista.
Como o próprio Álvaro disse, "...lembre-se de que, na sempre rastejante imprensa cultural brasileira, 99% do que se publica sobre esse sujeito é elogioso (quantos desse elogios vêm de gente que realmente ouviu a obra dele é outra história). É bom para entender como o Brasil funciona."

Rafael Marquee // Sábado, Agosto 13, 2005

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Sábado, Agosto 06, 2005:

Dica Discoteca nada Básica para esse final de Semana:

VA - A Sides - Part One (1979 / 1982) ( Crass Records, 1992)



Ah o bom e velho Rock and Roll...
Se bem que, cá pra nós, nãoé bem esse "velho Rock and Roll" que vc vai achar nesse cd.
Ótima coletãnea que retrata a primeira fase da ótima Crass Records ( selo esse,obviamente, que é do pessoal do Crass).
Vai do Punk Rock a-la Crass do Honey Bane, Zounds ao Punk/HC do Rudementary Peny ( uma das minhas preferidas); do Pop torto do Capitain Sensible ( ele mesmo!) a experimental e genial faixa da Annie Anxiety ( que já colaborou com o Nurse With Wound e com o próprio Crass).
Muito, muito bom.

Rafael Marquee // Sábado, Agosto 06, 2005

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Segunda-feira, Agosto 01, 2005:

Genesis P-Orridge

Dêem uma olhada no
site/blog do(a) Sr(a). Genesis ( Psychic TV/TG).

Nota do DNB:

Darcy Golçalves e Laura de Vision perdem de goleada.
Simplesmente tosco.
Rafael Marquee // Segunda-feira, Agosto 01, 2005

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Sexta-feira, Julho 29, 2005:

Dica Discoteca nada Básica e você: tudo a ver!

Vcs já leram esse texto sobre
Eletrônica e Pop Music escrito pelo Fernando ( FST) , que saiu na segunda edição do Delicato senses?
O texto é muito legal e uma ótima leitura pra quem gosta de música eletrônica (ou não).

Aproveitando a deixa dada pelo texto e já que amanhã tem comemoração do meu aniversário lá em casa com a família, eis a dica Discoteca nada Básica desse final de semana:

Nino Nardini - Funny Moogy ( ?,?)



Moog!
Moog!
Moog!
Sempre divertido e sempre social o suficiente pra ninguém encher o saco e pedir pra desligar o som.
No máximo, talvez, algumas risadas iniciais e só. :P
Rafael Marquee // Sexta-feira, Julho 29, 2005

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Outros blogs, sites que recomendo e etc

Essa é a minha Lista de Lps. Seja bem vindo :)

Blog da Bel

Blog do Andre

Rottenmeats by Cloudboy

Rádio Elektrola

New Wave Alemão

Blog da minha Tia Mala

Allmusic.com

Discogs.com

Tabloide

Blog da Lia

Jornal dos Sports

Fronha Records

Menthe de Chat

Delicato Senses

Blog da Flávia

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